
Sou uma lua sobre um vasto oceano de esperança
Que pesco nas marés despertas nos meus sentidos
Largo sem cais nem porto uma onda que frisa
Um sorriso lembrando que o amanha é novo
O meu coração é um coral que espera embelezar
Mais ainda a beleza de uma princesa (mulher)
Não vivo com o corpo o que a alma sente
Mas sinto no corpo o que a alma não vive
Sou fumo que paira ao vento na sombra
Que ao ouvido me canta cantigas mudas
Do silencio que vibra a razão falsa
Sou um vulgar Deus dos meus desejos
Acatando uma saudade sem nome nem rosto
Neste acreditar que acasos são propositados
E que o céu exibe textos que ninguém lê
E que o instinto é uma outra inteligência
Que pesco nas marés despertas nos meus sentidos
Largo sem cais nem porto uma onda que frisa
Um sorriso lembrando que o amanha é novo
O meu coração é um coral que espera embelezar
Mais ainda a beleza de uma princesa (mulher)
Não vivo com o corpo o que a alma sente
Mas sinto no corpo o que a alma não vive
Sou fumo que paira ao vento na sombra
Que ao ouvido me canta cantigas mudas
Do silencio que vibra a razão falsa
Sou um vulgar Deus dos meus desejos
Acatando uma saudade sem nome nem rosto
Neste acreditar que acasos são propositados
E que o céu exibe textos que ninguém lê
E que o instinto é uma outra inteligência
Nenhum comentário:
Postar um comentário