Eu aflito e só,
Confuso e sem você por aqui.
Assim eu sonhei
Mas isso eu não quis.
Que diferença? o dia se fez
Assim.
Há um conflito um nó
Eu difuso enfim
Os pássaros vêm
Me levar aí
Visitar o céu
E pra ver você levantando o véu
Pra mim.
Mas eles só me vêem
Quando eu já não sei
Se eu estou são,
O que é um sonho ruim,
E o que é um sonho bom.
Que diferença? a vida é igual,
assim e eu não sei
Eu não sei...
Não sei...
Eu não sei..
Se isso é você.
Quem bate aí?
Se é pra eu te ver então deixa eu dormir.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A researcher at a Russian university has developed a powdered form of alcohol that will soon make the consumption of vodka more convenient. From The Times of India:
Russian professor Evgeny Moskalev of Saint Petersburg Technological University has evolved a technique that allows turning alcohol into powder and packing it in pills. The new technique can solidify any kind of alcohol, including whisky, cognac, wine and beer. The new technique can solidify any kind of alcohol, including whisky, cognac, wine and beer.
“Dry” vodka can be wrapped in paper and carried around in a pocket or a bag. Vodka in form of a pill would come handy at parties when “consumers” would be able to calculate their exact required dosage.
Russian professor Evgeny Moskalev of Saint Petersburg Technological University has evolved a technique that allows turning alcohol into powder and packing it in pills. The new technique can solidify any kind of alcohol, including whisky, cognac, wine and beer. The new technique can solidify any kind of alcohol, including whisky, cognac, wine and beer.
“Dry” vodka can be wrapped in paper and carried around in a pocket or a bag. Vodka in form of a pill would come handy at parties when “consumers” would be able to calculate their exact required dosage.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sou uma lua sobre um vasto oceano de esperança
Que pesco nas marés despertas nos meus sentidos
Largo sem cais nem porto uma onda que frisa
Um sorriso lembrando que o amanha é novo
O meu coração é um coral que espera embelezar
Mais ainda a beleza de uma princesa (mulher)
Não vivo com o corpo o que a alma sente
Mas sinto no corpo o que a alma não vive
Sou fumo que paira ao vento na sombra
Que ao ouvido me canta cantigas mudas
Do silencio que vibra a razão falsa
Sou um vulgar Deus dos meus desejos
Acatando uma saudade sem nome nem rosto
Neste acreditar que acasos são propositados
E que o céu exibe textos que ninguém lê
E que o instinto é uma outra inteligência
Que pesco nas marés despertas nos meus sentidos
Largo sem cais nem porto uma onda que frisa
Um sorriso lembrando que o amanha é novo
O meu coração é um coral que espera embelezar
Mais ainda a beleza de uma princesa (mulher)
Não vivo com o corpo o que a alma sente
Mas sinto no corpo o que a alma não vive
Sou fumo que paira ao vento na sombra
Que ao ouvido me canta cantigas mudas
Do silencio que vibra a razão falsa
Sou um vulgar Deus dos meus desejos
Acatando uma saudade sem nome nem rosto
Neste acreditar que acasos são propositados
E que o céu exibe textos que ninguém lê
E que o instinto é uma outra inteligência
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